Arte Breve histórico Referência
bibliográfica
Eis o palácio da Catete (2ª sede do governo federal - equivalia ao que é Brasília hoje). O azul na bandeira do Brasil é o céu no RJ no dia 15/11/1889. São 3 andares e mais o térreo (não permitem chegar ao térreo). Nos fundos, o jardim do palácio (não permitem visitação ao jardim). Na porta aberta no segundo andar, o povo ovacionava o presidente (que acenava para o povo na pequena varanda) após eleição. A partir do presidente JK, o governo federal mudou para Brasília! Depois de atuar aqui (1897 à 1960), JK assinou decreto tornando este lugar "museu da república". Existem boatos que as águias estavam no monumento ao General Osório (Praca XV). As que ficavam nesse prédio antes, foram fundidas para construir os bancos do jardim. Estas aqui nesta foto são mais novas, existiam outras (trocadas por esculturas), mais tarde acabaram voltando ao imagens das águias, pois carregam simbolismo de pessoas ligadas ao poder.
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Este é um famoso quadro A PÁTRIA (de Pedro Bruno, 1919). Entenda: esta pintura é de 1919 e o golpe da república foi em 1889, já haviam 30 anos). Uma pintura à óleo sobre tela (1,90 x 2,78 m - com moldura). Antes do golpe da república, a bandeira do Brasil era outra. Esta criança (segurando a bandeira), representa o nascimento de um novo Brasil. É engraçado terem usado figuras da revolução francesa como Mariana (estampada nas notas de real - Mariana está no quadro da revolução francesa) e modificar a bandeira do Brasil foi uma preocupação! Nossa bandeira chegou a ser "VERSÃO VERDE E AMARELA" da bandeira dos EUA e nosso hino foi mudado: "LIBERDADE, LIBERDADE, ABRE AS ASAS SOBRE NÓS..." só que não deu certo! Chegaram a adotar o hino da França como hino nacional (só música, não a letra).
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Escadaria principal do Palácio do Catete ( ou museu da República), esta foi a última sede do governo federal no RJ, quando deixou de ser capital mudando (a capital) pra Brasilia. Foi aqui também, que o presidente Getúlio Vargas se suicidou.
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Essa escultura está registrada como sendo de autoria de um artista brasileiro. A república foi uma coisa complexa, não se sabe o motivo, mas na realidade (está sob investigação), parece ser de autoria de um artista francês. O museu pede ajuda, caso você tenha alguma pista sobre esse assunto... mas é que antes de ser a sede do governo federal, essa mansão pertenceu ao barão de Nova Friburgo e família entre 1866 e 1890 e este barão adquiriu a escultura para ornamentar a casa. O prédio, inclusive, tem inspiração italiana (assim como todos elementos arquitetônicos; decorativos e mobiliários).
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Outra estátua (ambas na entrada - fica no lado oposto), deve ter a mesma polêmica (sem autoria exata - fato em investigação). A república tentou criar um sentimento nacionalista e banir tudo que fosse estrangeiro.
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Os jardinhs do palácio do Catete ou museu da república (a visitação ao museu é um agendamento e a visita aos jardins é outro agendamento).
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Essa foi a cama em que Getúlio Vargas dormia e também onde ele se suicidou! Veja o telefone, é deixado da mesma forma como foi encontrado junto ao corpo deste nosso ex presidente. A segurança do museu garante que nada seja tocado, tudo deve ficar da mesma forma como registrado na história.
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Sala de jantar do palácio do Catete.
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Essa é a sala dos mouros (salão mourisco). Esse nome "mouros", remete aos muçulmanos. Na obra "Othelo, o mouro de Veneza" (de Shakespeare), remete à raça dos negros (Othelo era comandante da guarda de Veneza na obra de Shakespeare). Mas "mouro" aqui, refere-se à arquitetura (salão morisco), é um tipo de arquitetura muçulmana. Essa é a sala onde os homens se encontravam para reuniões (só homens).
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Salão Pompéia no palácio do Catete (ou palácio das águias), museu da república (segunda e última sede do governo federal republicano) na antiga capital Rio de Janeiro.
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A imagem à esquerda é mais uma imagem do salão Pompéia e à direita, o teto do salão veneziano. Os salões do palácio do Catete são verdadeiras obras de arte que valem a pena conhecer!
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Nunca antes na história do Brasil a música eminentemente popular fora executada na sede do governo diante do corpo diplomático e da elite do país e isso aconteceu em 1914! Esta música CORTA-JACA (de Chiquinha Gonzaga), chegou à sede do governo federal e trouxe polêmicas (coisa da arte), algumas críticas principalmente pelo senador Rui Barbosa... é interessante como se pode poetizar "brigas/polêmicas" de forma inteligente na sociedade carioca pós golpe da república, isso mostra quão interessante; educado... era O NÍVEL de disputas culturais na época. Eis o RIO ANTIGO que ninguém conhece.
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Polêmica entre Chiquinha Gonzaga X Ruy Barbosa, foi que Ruy Barbosa havia perdido a eleição presidencial para Hermes da Fonseca e a esposa deste, tocou ao violão 1ª Dama Nair de Teffe tocou ao violão na recepção do paláco do Catete a mísuca Corta Jaca (de Chiquinha Gonzaga), Chiquinha era compositora e sempre misturou ritmos afro, havia certo preconceito da sociedade sobre esse tipo de "mistura", dava-se preferência à música europeia. Quando Corta-Jaca foi tocado no palácio, Ruy Barbosa encontrou um assunto para criticar o "desafeto" Hermes da Fonseca à quem havia perdido a eleição.
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Essa é a porta de acesso à sacada (exatamente no 2º andar - no salão pompéia), este é o ponto onde o presidente aparecia para o povo principalmente após as eleições.
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Oswaldo Aranha (que no antigo restaurante O COSMOPOLITA, na Lapa (RJ), foi homenageado com um prato que se chamava "Prato Oswaldo Aranha" que basicamente era bife ao alho e batatas grelhadas). Oswaldo Aranha (do RS; Diplomata que presidiu a reunião da ONU que aprovou a criação do estado de Israel) na foto junto ao presidente Getúlio Vargas na sacada do Palácio do Catete em 1930 de onde o presidente cumprimentava o povo (nessa época, RJ ainda era o distrito federal).
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Uma das salas mais belas do palácio da república, a CAPELA. Existem vários símbolos religiosos aqui, tudo inspirado na arquitetura italiana para o 1º dono, o fazendeiro do café Antônio Clemente Pinto "o barão de Nova Friburgo". á direita da foto, no teto, a riqueza de detalhes desta sala com muita simbologia ligada certamente ao cristianismo (devido à cruz nas extremidades do teto), e pela época sendo uma construção de inspiração italiana, seria realmente o catolicismo. No teto de cima para baixo, a ascensão de Cristo e logo abaixo a ascensão de Maria. Essas pinturas são cópias das obras "A Transfiguração", do italiano renascentista Raphael Sanzio, e "Imaculada Conceição", do espanhol barroco Bartolomé Murillo.
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Este quadro no palácio do Catete retrata a última reunião ministerial presidida por Getúlio Vargas.
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A escultura no Palácio do Catete é a famosa Marianne (símbolo da rev. francesa) está mais próxima do que poderíamos imaginar, nas notas de real. É que Marianne (escultura que surgiu no meio da Rev. francesa) foi batizada como um dos maiores símbolos de liberdade e dos movimentos republicanos. A França teve muitas batalhas contra os portugueses no RJ; corsários piratas enviados pelo rei da França bombardearam e saquearam até igrejas... então é nada relacionado à França, só Marianne como símbolo. O quadro no centro da imagem chama-se: "A liberdade guiando o povo" de Eugène Delacroix, a liberdade seria Marianne. Os republicanos aproveitaram alguns "símbolos franceses". O hino nacional, por algum tempo a Marselhesa (hino da França) foi muito tocada no século 19 como hino da independência sobre a monarquia em solenidades; houve até a sugestão de adotá-lo oficialmente. O hino brasileiro foi "Liberdade abre as asas sobre nós...", ainda existe pro exé
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Sala de recepção no palácio do Catete. Todas as salas possuem rica decoração, incluindo arte no teto. É excepcional! A visita dificilmente deixa de agradar.
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Ao lado da escadaria principal do Palácio do Catete, você conhecerá os presidentes da república OLIGÁRQUICA (conhecida também como café com leite), aquela matéria chata que se aprende na escola, ficaria mais interessante com uma visita aqui. - Marechal Deodoro da Fonseca (governos de transição); - Floriano Peixoto (o general de ferro) substituiu Deodoro (governos de transição);; Presidentes do período (esses foram eleitos) 1. Prudente de Moraes (1894-1898) 2. Campos Sales (1898-1902) 3. Rodrigues Alves (1902-1906) 4. Afonso Pena (1906-1909) 5. Nilo Peçanha (1909-1910) 6. Hermes da Fonseca (1910-1914) 7. Venceslau Brás (1914-1918) 8. Delfim Moreira (novembro de 1918-julho de 1919) 9. Epitácio Pessoa (1919-1922) 10. Artur Bernardes (1922-1926) 11. Washington Luís (1926-1930) 12. Júlio Prestes (não tem intervalo por ter sido o único político eleito presidente da República do Brasil pelo voto popular a ser impedido de tomar posse).
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Livro Politica do
cafe com leite Capa
comum – 6 novembro
2013 Edição:
português Autor:
Jose Alfredo Vidigal
Pontes Editora:
imprensa oficial
(governo do estado
de São Paulo)
As folhas de café (apesar da república cafe com leite ser uma liderança de fazendeiros de café de SP e MG), o café remetia ao império, então resolveram abolir a bandeira imperial para criar uma nova.

Fonte:
https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/almanaque/a-curiosa-historia-dos-estados-unidos-do-brasil.phtml

Surpreende estes republicanos copiar a bandeira dos EUA (nome do Brasil era Estados Unidos do Brasil). Nosso hino era o hino da França (sem letra) e por não ter dado certo, fizeram um concurso para um novo hino com a letra "liberdade; liberdade; abra as asas sobre nós..." mas não deu certo, então retornou nosso hino nacional original. Governo provisório (de transição) - Marechal Deodoro da Fonseca; - Floriano Peixoto (o general de ferro) substituiu Deodoro; Não foi época boa pro Brasil, os livros revelam que houve de tudo (parecia democrático), mas coisas como "voto de cabresto" remete à compra de voto
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