Arte Breve histórico Referência
bibliográfica
Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias, imperatriz consorte do império do Brasil de 1842 à 1889, casada com o imperador D. Pedro II. No Rio de Janeiro (serra carioca), existe a cidade de Teresópolis, que significa CASA DE TERESA! É exatamente uma referência à imperatriz. O reino das Duas Sicílias (englobava a região da Itália, hoje Nápoles à ilha da Sicília, ao sul da Itália). A imperatriz chegou ao Brasil em 1843 (aos 21 anos já casada por procuração com o imperador Dom Pedro II). Era considerada "a imperatriz arqueóloga" trazendo na bagagem peças de escavações realizadas em Pompéia; Herculano e Veio (cidades próximas à Nápoles) além de algumas dadas por seu irmão, Fernando II e outras de escavações promovidas pela próprio princesa Teresa Cristina (a coleção tem cerca de 700 peças entre objetos de bronze; terracota; vidro e afresco produzidos entre o século VII a.C e o século III d.C.). É considerada a mãe de todos os brasileiros. Nas
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Teresópolis (carinhosamento TERÊ), é na realidade uma homenagem à Imperatriz Teresa Cristina, conhecida também como "Mãe dos Brasileiros". Foi a esposa do imperador D. Pedro II e imperatriz de 1842 até 1899 (golpe da república). Era italiana (nasceu em 14/03/1822, Nápolis) e faleceu em 28/12/1889, Portugal. Chegou ao RJ em dezembro de 1843 "já casada por procuração" com D. Pedro II. Ela patrocinava escavações nas cidades de Herculano e Pompéia (inclusive enquanto imperatriz sempre investiu em escavações / descobertas em Roma). Chegou ao Brasil trazendo sua coleção arqueológica e recebia outras peças por correspondência no Rio de Janeiro. Trocava com seu irmão Fernando II, peças indígenas por material pertencente ao real museu Borbônico (Italia · Arte romano - Pompeya · Museos de arte - Nápoles · Pompeya - Arqueología ...). Todas essas peças arquológicas estavam guaradados em uma sala com o nome da imperatriz no museu Paço de São Cristóvão até o
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
A cidade de
Teresa Autor(a):
Ana Maria de
Andrade
A rota cervejeira na serra carioca reúne atrações turísticas, cervejeiras e gastronômicas em QUATRO cidades da Serra Fluminense: Petrópolis, Teresópolis; Nova Friburgo e Guapimirim. Recentemente, mais precisamente 2022, Teresópolis conquistou o título de CAPITAL NACIONAL DO LÚPULO através da Lei nº 14.414, de 2022, que teve a sanção publicada no Diário Oficial da União. O PL 610/2019, que deu origem à lei e foi aprovado pelo Senado.
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
"Maximus Sentidus
– Douradas,
Vermelhas e
Tostadas" Autoras:
Jane von Sydow;
Helena d Ottenfels e
Ana Claudia
Pampillón
Serra de teresópolis, RJ (a serra SERRA DOS ÓRGÃOS - serra carioca). Você sabe por que se chama SERRA DOS ÓRGÃOS? Apesar de seus povos originários serem os indígenas, mais tarde os quilombolas (fugidos das fazendas de cana de açúcar na baixada fluminense), ESTES QUILOMBOLAS SERIAM OS REAIS povos (originários), só que mais tarde chegou um PORTUGÊS DE ORÍGEM INGLESA que adquiriu terras (muitas terras) e até dizem que foram os ingleses que "colonizaram essas terras"... na realidade, foi o português (este importou ingleses) e a colonização européia ficou muito forte por aqui!! O nome SERRA DOS ÓRGÃOS, é devido esta cadeia de montanhas lembrarem TECLAS DE ÓRGÃOS DE IGREJAS, visto que a religião desse ingleses era protestante (nada de órgãos humanos que os cariocas falam rrsss...), mais um mito igual à feijoada (feijoada à quem investigar verá que está mais pra comida portuguesa ou francesa que carioca rrss...) Com estes fatos históricos (essa influê
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Livro: Ciência e
Conservação na
Serra dos
Órgãos Autora:
Cecília
Cronemberger Editor
a: i c m c b Ano:
2007
Na entrada da cidade de Teresópolis, existe uma praça com o monumento à Teresa Cristina (mãe dos brasileiros). Exatamente na posição do monumento, é possível fazer esta foto (mais a frente, pontos para quem deseja fazer escalada etc).
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Eis a fonte Judith ou Judite, atrativo turístico que traz pessoas de todos so lugares. Água cuja lenda a tornou "milagrosa", é frequentemente visitada por admiradores. Um patrimônio cultural da cidade. Mas, por que o nome Judith ou Judite, qual lenda se existe diversas? Abixo citarei as pesquisas que relacionam "ÁGUA; VIDA; LUTA; MILAGRE e SALVAÇÃO".
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
O monsenhor Antonio Carlos da Igreja Matriz de Santa Tereza diz que Judith fez milagre ao libertar o povo de Israel das garras do opressor. "Viúva, essa heroína aproximou-se do inimigo e matou seu opressor general, permitindo a libertação do povo". Esse opressor era um general de Nabucodonosor que se chamava Holofernes. Holofernes interrompeu o fluxo da água até a cidade de Betulia (onde estava o povo judeu), para que desistissem de seu Deus e passassem a reverenciar Nabucodonosor. Então, apareceu Judith (veja como o artista Cristofano Allori escreve o nome de Judith em 1613), dá uma ideia que seja esta mulher. Mas, apesar do monsenhor da igreja matriz de Teresópolis contar esta história, isso foi uma bela lenda associada à fonte Judith em Teresópolis, pois "existe ligação com água e o nome tamém é Judith" conforme escrito pelo artista autor da pintura, mas existe uma história mais segura que vou apresentar na próxima foto.
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Diversas são as citações sobre a fonte Jidith, e lendas também! Vou adiantar informação agradável: - Através de testemunhas, esta água é SAGRADA, cura! Agora essas citações: Fonte Judite - "... contendo um teor de radônio suficuente para classificá-la, segundo o código de águas minerais, como água mineral radio-ativa na fonte". "Bendita fonte a correr, numa sagrada missão, a todos dai de beber na concha de cada mão."(M. de Araújo Peres) "São dois os destinos irmãos, o da fonte e o do altar. Quem vai beber, junta as mãos; junta as mãos que vai rezar." (Ilda Correia Leite) A última parte é trabalho tecnológico da prefeitura te dando condições de acessar o monumento e registrar seus dados de visita de forma virtual: através de QR CODE.
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Existem muitas lendas em Teresópois sobre a fonte Judith (que muitas vezes é finalizado com H ou E), mas a informação mais confiável é que em 1919, um grande comerciante (atacadista de armarinho), Sr Luiz de Oliveira possuia em Teresópolis uma ótima casa (tinha uma filha ainda muito jovem que se chamava justamente Judith), esta menina sofria de uma moléstia no estômago. O pai havia percorido com a menina diversos médicos especalistas naquela época sem obter sucesso contra a moléstia no estômago. Por acaso (ou obra da santa Teresa), o pai a trouxe para Teresópolis com muita esperança no clima da cidade de repente curar a menina. Nessa época, convivendo na cidade, a menina passou a beber na fonte (que estava perdida entre outras plantas de cores violeta ou rosa). Deve-se ser possível imaginar que na época (início do séc XX), muitas plantas; floresta e a fonte isolada (não havia essa arquitetura). tudo isso na encosta da montanha. Foi nesse momento em que se opero
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Fonte: Livro
Therezópolis de
1938 Autor: Armando
Vieira
No parque nacional da serra dos órgãos (o 3º mais antigo do país), existe uma pequena cobertura onde estão expostos animais (empalhados) para que você entenda um pouco da FAUNA e existe uma maquete sobre o parque que foi criado pelo presidente Getúlio Vargas em 30 de novembro de 1939, um marco para a preservação. É possível fazer alpinismo também, ok? Parece que o percurso dura em torno de uns 4 dias (quando se faz com calma; equipado; sentindo a paisagem...), mas existe relatos sobre pessoas que percorreram o parque em 6 horas, esse não é o ponto que busco explorar, mas pretendo acampar sim (tem que ter barraca própria e ligar antes para saber disponibilidade), existem limites de pessoas.
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Na serra dos órgãos é bom evitar o mal tempo (devido às estradas), pode haver enchente pelo RJ, é legal um bom tempo de calor pra curtir isso. Essas cachoeiras são gratuitas! Está logo na entrada do parque (não precisa escalada), o acesso é tranquilo, não precisa de esforço para ver isso, é só chegar lá.
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Vídeo sobre uma das lagoas na serra dos órgãos, Teresópolis, que geralmente está liberada para banho. Pude testemunhar a água vindo em abundância na descida da montanha, o que sugere que a mesma venha de uma cachoeira e está em constante circulação (água limpa).
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Eis o centro de informação ao turista dentro do parque nacional da Serra dos Órgãos onde você terá ideia da FAUNA e FLORA. No meio do salão, verás uma maquete da floresta (muita gente precisa saber os pontos de atendimento em acampamentos).
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Uma dimensão mais certeira da cachoeira na entrada do Parque Nacional da serra dos òrgãos em Teresópolis, RJ. Nasce bem no alto e desce formando um lago interessante no fim.
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
A Granja Comary (onde a seleção brasileira de futebol treina), encontra-se na serra de Teresópolis (é uma altitude e faz mais frio). Mas, por que se chama granja? É que inicialmente, isso aqui foi uma fazenda para criação, principalmente de galinhas da raça BRESSE (produto diferenciado). O Bresse Gauloise é uma raça francesa de frango doméstico. É originário da região histórica e antiga província de Bresse, nas regiões de Rhône-Alpes, Bourgogne e Franche-Comté, no leste da França. O dono à época, Sr Carlos Guinle era um visionário, foi ele quem construiu o Copacabana Palace. Na granja Comary existiam também uma QUINTA para a criação de rapozas; um ranário (criação de rãs) e grande quantidade de pássaros de várias espécies.
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Sabendo o por quê se chamar GRANJA, é interessante conhecer Carlos Guinle. Este homem fez muita diferença em Petrópolis e pro Rio de Janeiro (existem ruas em Teresópolis em homenagem a ele) e era uma pessoa boa. A granja (na realidade uma fazenda modelo), recebeu apelido de "mine jardim zoológico" e na época, ele abriu espaço para visitação aos finais de semana. Além da Granja (hoje concentração da seleção brasileira de futebol) em Teresópolis, uma parte que não foi vendida à CBF, transformou-se em um dos condomínios mais belos da região serrana. Carlos Guinle fundou o PALÁCIO LARANJEIRAS; o FLUMINENSE FOOTBAL CLUB (presidindo duas vezes). Era colecionador de obras de arte; incentivava e patrocinava eventos de arte, novos artistas e literatos e além de tudo, era compositor (um artista também).
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Os Guinle: A
história de uma
dinastia Capa comum
– 12 junho
2015. Autor:
Clóvis Bulcão
Este é o Lago Comary (ao lado da Granja Comary e do condomínio Comary), aberto ao público. Bom pra dar relaxar o tempo. Pra passar tempo, o melhor são as cervejarias como a Vila St. Gallen (houve colonização européia no RJ - aqui mais por parte dos ingleses), mas a St Gallen é UMA VILA direcionada à cultura da cerveja (e cerveja alemã) da mesma forma que VIVA ITÁLIA é direcionada à (gastronomia italiana). Indico também a fazenda Genève (direcionada à produtos com leite de cabra - ambiente bem europeu), uma parte do Rio de Janeiro que pouco se fala, a cidade é mais voltada à praias, mas tem o seu lado europeu também.
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Igreja de Sta Teresa! Mas, Teresa Cristina (TERÊ - Teresópolis), não era santa! Esta é a igreja e de Santa Teresa de Àvila (D' Avila - Santa de fato beatificada em 24/04/1614). O mais interessante, é que parece que a padroeira da cidade foi escolhida por ter nome parecido em homenagem à Imperatriz Teresa Cristina. Essa "adoração" (quase santa), é que apesar de ser imperatriz, Tereza Cristina era uma pessoa muito simples (dedicada à assuntos à caridade). Foi casamento arranjado, "por procuração" com o imperador D. Pedro II (que quando a conheceu não gostou do seu jeito simples - é exatamente isso o que a literatura diz), ele achava que uma IMPERATRIZ deveria ser mais ríspida (agressiva; empoderada), mas não, todos a amavam por onde Teresa Cristina passava. A imperatriz foi, além de tudo, muito corajosa, criou princesa Isabel (que na realidade), em viagem do pai e por ser herdeira ao trono (2 irmãos anteriores; homens, faleceram), princesa Isabel como regente, a
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Arte interna (pinturas; esculturas e vitrais) da igreja de Nsa Sra Teresa de Ávila (Teresópolis).
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Este é o Palácio Teresa Cristina em Teresópolis. Pela cor rosa, geralmente é homenagem à alguma mulher. Em Teresópolis, só poderia ser à imperatriz TERESA CRISTINA. Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias (a última imperatriz do Brasil). Este é o local onde funciona as secretarias administrativas do município.
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Em Teresópolis, existem alguns espaços muito parecidos com a serra gaúcha (o RJ, assim como outros estados foi rota de imigração alemã e italiana também). Na serra carioca (Teresópolis e Petrópolis), ocorrem eventos de cultura italiana (não muito divulgado - RJ é mergulhado em MIMIMI rrss...), mas sobrevive talvez devido ao comércio que ficou. Eis um espaço da serra carioca, o "ESPAÇO" viva Itália que funciona como uma vila onde "cada casa" oferece um serviço gastronômico diferente. Um dos seus donos é formado em Gastronomia pelo Italian Culinary Institute e o grupo tem a ideia de ir além da alimentação, uma verdadeira imersão na cultura italiana.
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Apresentação institucional VIVA ITÁLIA.
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Veja aqui um menu
digital

h
ttps://menuvivaitali
a.com.br/
Um antigo casarão abandonado foi aproveitado para este negócio (que parece um vilarejo). Foi ornamentado com pedras; flores; estátuas e fontes. Você encontra mesas ao ar livre (legal que a temperatura em Teresópolis não é de 50º como no RJ). Durante a noite, estas mesas italianas ficam iluminadas (parece um varal), mas muito bem arrumado. O espaço é confortável, espetacular!
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
O ambiente ao anoitecer ficamuito bem pensado, grande empreendimento (verdadeiro milagre em se tratando de um casarão abandonado).
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Este chafariz nos faz lembrar o nossa imperatriz Teresa Cristina (a ornamentação bem rústica), é costume bem europeu! Faz sentir-se como se estivesse na Europa (mas a ideia segundo os idealizadores do espaço é justamente essa), fazer com que você se sinta na Italia!
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Uma das casas no pequeno vilarejo é a cantina "È Vero". Replicando um típico restaurante italiano, tem até aquelas toalhinhas típicas sobre a mesa! Servem massas e vinho, mas o mais interessante é a VARIEDADE! O que se espera da Itália no Brasil e pensamor ter somente no RS, temos na serra carioca também.
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Doce infância é mais uma das casas neste pequeno vilarejo gastronômico VIVA ITÁLIA. Aqui se reproduz sorvete italianos artesanalmente em vários sabores. Funciona também uma cafeteria onde servem tortas etc.
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Mercato Pastifício é mais uma casa dentro da pequena vila italiana. Muitos dos ítens são confeccionados artesanalmente, são produtos gourmet típicos da Itália como pastas; azeites; geleias; queijos e vinhos.
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
Aqui então a última casa deste antigo casarão transformado, a "Casa de Boneca". Loja para ajudar na decoração da sua casa com produtos e lembrancinhas inspirados na Itália, mas produzidos na serra carioca.
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!
O vilarejo deste espaço gastronômico Viva Italia, normalmente funciona das 11h30 às 23h-00h (mas pode acontecer de alguma dessas casinhas funcionar diferente). É bom agendar com antecedência, organizar visita (dias e horários).
Versão Instagram; tradução Google e referências bibliográficas!