Arte Breve histórico Referência
bibliográfica
Breve histórico sobre a vida de Luis Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias (patrono do exército brasileiro).
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Sobre o Phanteon de Caxias, assim que se visita, passa-se a conhecer a história desse herói brasileiro e ao mesmo tempo conhecer onde estão depositados os restos deste grande herói (patrono do exército brasileiro) e sua base, ou seja o túmulo de sua esposa. Caxias foi herói da gerra do Paraguai e o único brasilero à ostentar o título de duque concedido pelo então imperador do Brasil imperial, D. Pedro II. Caxias lutou; pacificou muitas outras frentes de batalha (movimentos separatistas), como o movimento Farroupilha; a Sabinada; a Cabanagem... colaborando (mantendo a unidade territorial) do Brasil. Em Petrópolis (serra Carioca), em frente ao palácio Quitandinha, você verá um lago que forma o mapa do Brasil (esta foi a unidade que Duque de Caxias; D. Pedro II; General Osório; Marechal Floriano Peixoto entre outros mantiveram), marca desses grandes nomes da nossa história.
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Luís Alves de Lima e Silva (Duque de Caxias), nasceu na fazenda São Paulo, hoje "município de Duque de Caxias". No dia 22 de novembro de 1808, o 1º regimento de infantaria de linha, comandado por seu avô, recebia o novo soldado com cinco anos. Duque de Caxias estudou no Seminário São Joaquim (hoje Colégio Pedro II).
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Seguindo no centro do Rio de Janeiro a estação ferroviária Central do Brasil (antigamente estava alí a estação D. Pedro II), pela Av Presidente Vargas em direção à igreja Candelária você encontrará o PALÁCIO DUQUE DE CAXIAS. Olhando pela Av. Presidente Cargas, um monumento de um soldado sobre cavalo, trata-se de monumento ao patrono do exército, Duque de Caxias. O monumento está sobre uma construção menor, trata-se do PANTHEON DE CAXIAS (espaço inaugurado em 25/09/1949) onde encontram-se sepultados os restos mortais de Caxias e sua esposa Sra Ana Luisa Alves de Lima.
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Este era o quartel do Campo do Santana que tornou-se Quartel General do Ajudante Geral do Exército em 1885. Aqui ficava o gabinete Ouro Preto, deposto pelo Marechal Deodoro da Fonseca sem nenhuma resistência na manhã de 15/11/1889.
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Quartel do Campo do Santana ampliado entre os anos de 1905 e 1910 para sediar a 4ª inspetoria permanente do exército. Observe em relação à versão anterior deste quartel, a cúpula sobre o centro da fachada (além de muitas outras modificações após esta reforma entre 1905 e 1910). Por detrás desta foto, vemos o Morro da Providência.
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Com Getúlio Vargas e General Eurico Gaspar Dutra no Ministério da Guerra, foi aprovado projeto do arquiteto Cristiano Stockler das Neves e construido novo edifício (afastando 20m do antigo quartel). Assim terminado, o antigo quartel seria demolido.

Aqui as estruturas dos prédios CENTRAL DO BRASIL e PALÁCIO DUQUE DE CAXIAS, este inaugurado em 1941.
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Veja nesta comparação entre a obra na sua estrutura (o novo palácio sendo construído na parte traseira do antigo quartel conforme 1ª foto). Na 2ª fato, verifique que não consta mais o quartel antigo (fora demolido após a conclusão do novo palácio).
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Eis majestoso edifício do Comando Militar do Leste (palácio Duque de Caxias) com acervo riquíssimo! A construção é neoclássica (grandiosidade; imponência; exuberante mármore brasileiro nos 23 andares) e simetria uniformidade nas suas linhas.
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Em seus acervos de arte, no interior do palácio Duque de Caxias encontra-se este vitral de 13m que retrata uma das mais difíceis batalhas da Guerra do Paraguai, a batalha de Itororó. Obra do artista Alcebíades Miranda Júnior.
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Continuando com seus acervos, este é o salão nobre do palácio. Solenidades e formaturas são feitas aqui. No teto, seus vitrais mostram “A Batalha de Guararapes”; “A Defesa das Fronteiras”; “A batalha do Avaí”; “A proclamação da República” e finalmente, “A pátria brasileira”. Obras do artista Armando Martins Viana.
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Feitos de Duque de Caxias (O PACIFICADOR), na realidade, "pacificava / negociava pra evitar a guerra". Foi assim com o movimento Farroupilha, por exemplo. A guerra dos farrapos entrava em seu 7º ano, foi nomeado "presidente da província do Rio Grande do Sul" e "Comandante das Armas"... existem polêmicas, claro, mas o que a história registrou está resumido aqui.
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Duque de Caxias –
eBook Editorial:
2022 ISBN:
978-65-5757-142-2
Páginas:
488 Baixe
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Esta é a vista do PANTHEON DE CAXIAS a partir da Av presidente Vargas, é o caminho mais natural/comum para quem nunca visitou este monumento. A entrada encontra-se na parte traseira do monumento (contorne-o). Você só verá a entrada para o PANTHEON quando estiver exatamente de frente para o palácio Duque de Caxias. Abaixo, a foto mostra exatamente como é a entrada para o PANTHEON de Caxias, inaugurado em 25/08/1942.
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Vista mais acentuada do PANTHEON de Caxias (desta vez, a fotografia valoriza somente o PANTHEON, não o conjunto que incluiria a vista completa do palácio).'
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Entrada para o PANTHEON de Caxias (PANTHEON, que significa: - edificação dedicada à todos os deuses - cultura que se origina da antiga Roma). Exatamente na parte posterior da foto anterior a esta aqui. (Luiz Alves de Lima e Silva - Duque de Caxias). Aqui também estão guardados o SABRE de Caxias (espada) e sua coroa Ducal (coroa do título de Duque).
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Na cerimônia de exumação dos seus restos mortais no cemitério do Catumbi no dia 23/08/1949, os restos mortais de Luiz Alvez de Lima e Silva e a Sra Ana Luiza de Loreto Varneiro Viana de Lima, foram colocados em Caixetas e depositados em urna especial sendo transportadas para a capela do cemitério para que ficassem sob guarda até o dia 24/08/1949.
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Tumba de Duque de Caxias sob guarda no cemitério do Catumbi em 1949 quando os seus restos mortais junto com os da sua esposa seriam transladados para o PANTHEON.
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Após cerimônia às 09:00 do dia 24/08/1949, os restos mortais de Caxias e sua esposa fram transportados sobre os ombros de 8 praças de bom conportamento do batalhão de guardas em uniforme de parada até a igreja de Santa Cruz dos militares onde foi realizada uma missa solene e uma vigília cívica na presença de 4 oficiais e 2 sargentos até que no dia 25/08 deu-se o translado definitivo até o PANTHEON.
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No centro do PANTHEON DE CAXIAS, verás um brasão bem diferente. Este é o brasão das armas do exército do Brasil imperial.
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Só para efeito de comparação, se Caxias acordasse hoje, sentiria algo muito diferente! Ele lutou e faleceu em época de um Brasil imperial (Caxias era muito correto e fiel ao rei). Este é o brasão das armas do exército do Brasil republicano (a república - o que vivemos até este momento). Pergunto-me: se Caxias era tão correto (pelas coisas corretas), será que ele iria aderir ao golpe da república? As homenagens/PANTHEON em 1949 ocorreu no Brasil que já era república. Embora Caxias pedisse um funeral simples, o rei D. Pedro II deu um merecido funeral de "chefe de estado" para a época. Não era costume da monarquia construir monumentos. Duque de Caxias faleceu em 1880, o golpe da república se daria em 1889 (9 anos depois).
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Imagem interna ao PANTHEON (busto de Caxias) e caixeta com seus restos mortais.
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Insígnias de Grão Cruz da Imperial Ordem de Pedro I. Acervo do Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro. Criada em 1826 para comemorar o reconhecimento da Independência do Brasil pelas potências européias, a Imperial Ordem de Pedro I, inspirada na Ordem da Coroa de Ferro de Napoleão, é considerada a mais rara das ordens imperiais brasileiras, Luís Alves de Lima e Silva (Duque de Caxias), então marquês de Caxias (Tornou-se DUQUE depois da guerra do Paraguai), foi o único brasileiro agraciado com a comenda, sendo em sua maioria conferida a estrangeiros (Imperador Francisco I da Áustria, Imperador Alexandre III da Rússia, Duque de Nemours, e o Rei Francisco II das Duas Sicilias).
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Em 1822, o Brasil tornou-se independente e Luís Alves (Caxias, por ainda não ter ocorrido a guerra do Paraguai, ainda não era duque), mas ingressou no “Batalhão do Imperador” comandado por seu tio José Joaquim de Lima e Silva. Em 1823, participou da luta no combate aos soldados portugueses na Bahia, que relutavam a aceitar a Independência do país. Com a vitória do Batalhão, Luís Alves foi promovido a Capitão e, com 21 anos, recebeu a “Imperial Ordem do Cruzeiro” das mãos de D. Pedro I.
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Em 1825, Luís Alves (Caxias) pela posse da "Província Cisplatina", três vezes foi citado por bravura. Ganhou as comendas da Ordem de São Bento de Ávis.
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Na mesma província cisplatina de 1825, por ter sido citado três vezes por bravura, ganhou além da comenda da Ordem de São Bento de Ávis já citada, ganhou também a comenda da ordem da Rosa.
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Duque de Caxias era devoto da Imaculada Conceição, essa era a oração dos soldados brasileiros antes da batalha na guerra do Paraguai: - Virgem da Conceição, Maria imaculada, vós sois a advogada dos pecadores e a todos enchei de graça com a vossa feliz grandeza. Vós sois céus princesa, e do espírito esposa. Maria, mãe de graça, mãe de misericórdia, livrai-nos do inimigo, e protegei-nos à hora da morte.
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