Arte Breve histórico Referência
bibliográfica
Serra carioca, Petrópoles - criada por inicativa de D. Pedro II e o oficial do exército brasileiro Júlio Frederico Köeler, foi inaugurada em 1857, mas em 1845 já estava povoada.
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Petrópolis (serra carioca) - Petrópolis era praticamente desconhecida pelos portugueses nos primeiros 200 anos de colonização. Não havia atividade econômica, quando os bandeirantes paulistas descobriram ouro nas Minas Gerais foi aberto o caminho novo em 1704 para facilitar a viagem até as vilas mineradoras.
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A COLONIZAÇÃO DE LÍNGUA GERMÃNICA - Vieram principalmente de Mongucia; Vestfalia; Treves e Renania (localidades onde hoje é a Alemanha). Ao lado, catedrais dessas 4 localidades. As consequências sociais e econômicas da revolução francesa e revolução industrial nos idos de 1800, resultaram difícil condição aos povos de língua alemã, deixaram tudo e partiu para as Américas. A maioria dos colonos que chegou a Petrópolis era natural de aldeias localizadas nos bispados de Treves e Mogúncia, na Renânia e Westphália. Vieram muito mais alemães católicos do que protestantes. No dia 19 de outubro de 1845, na praça Koblenz, dia de São Pedro de Alcântara, num altar ornamentado com flores silvestres, o Padre Luís Gonçalves Dias Correia celebrou uma missa para os católicos e o pastor Frederico Ave-Lallemant professou um culto para os protestantes. O Presidente da Província, Aureliano de Souza e Oliveira Coutinho, compareceu a essa solenidade, tendo feito um grande
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Em 1837, aportou no Rio de Janeiro o navio Justine com 238 imigrantes alemães em viagem para a Austrália. Devido aos maus tratos sofridos a bordo, eles resolveram não seguir viagem, permanecendo no Rio de Janeiro. A segunda leva de colonos foi planejada pelos presidentes da província João Caldas Viana e Aureliano Coutinho para trabalhar em obras na província, mas eles acabaram em Petrópolis, 600 casais de colonos alemães contratados em 1844, exigindo-se que fossem artífices e artesãos com experiência. Treze navios deixaram Dunquerque com 2.338 imigrantes, o primeiro deles chegando ao porto de Niterói em 13 de junho e o último em 7 de novembro de 1845, sendo os imigrantes alojados em barracões ao lado da igreja matriz. Acertados os trâmites legais, eles foram transferidos para o Arsenal de Guerra do Rio, onde se acha hoje instalado o Museu Histórico Nacional, ficando por lá alguns dias e, então, seguiram viagem pela baía da Guanabara e pelo rio Inhomirim até o
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Para tornar mais fácil a adaptação dos colonos alemães à nova terra, foi nomeado os quarteirões de Petrópolis com o nome de suas regiões de origem, como Mosela, Palatinato, Renânia, Nassau, Bingen, Ingelheim, Simeria, Castelânia, Westphalia. Ele também homenageou a Família Imperial em dois quarteirões, Vila Imperial e Vila Teresa. Em 1854, criou-se os quarteirões de Darmstadt, Woerstadt, Worms e outros. Também prestou homenagem às várias nacionalidades de imigrantes de Petrópolis, nomeando outros quarteirões: Quarteirão Francês, Quarteirão Suíço, Quarteirão Inglês e mais tarde o Quarteirão Italiano. Para os brasileiros que ajudaram a construr Petrópolis, dedicou o Quarteirão Brasileiro e o Quarteirão Mineiro. Hoje, os descendentes dos colonos estão por toda a cidade e seus nomes de família podem ser encontrados no Obelisco do centro da cidade, nos guias telefônicos e dão nomes a ruas e praças. O progresso dos colonos alemães dinamizou Petrópolis,
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Aos alemães, os primeiros colonizadores, juntaram-se muitas nacionalidades num caldeirão étnico. A princípio, cada uma fechada em suas famílias, mas integrando-se pouco a pouco, como aconteceu em todo o Brasil. Os portugueses, principalmente açorianos, alguns antes mesmos dos alemães, vieram para trabalhar na construção da Estrada da Serra da Estrela, em pedras de cantaria e comércio. Surgiram, em torno da cidade, comunidades portuguesas de floricultores. Os franceses não vieram todos juntos, foram chegando aos poucos e se dedicaram à alimentação, à educação, à jardinagem e à confecção de peças de serralheria. No início, os italianos trabalharam na Companhia Petropolitana de Tecidos, formando uma comunidade com vida própria, quase independente da cidade. Aos poucos foram se aproximando de outros grupos. Atuaram também em panificação, distribuição de jornais e diversas outras. Os ingleses se destacaram em hotelaria e transportes. Também merecem
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A gastronomia de Petrópolis é o QUINTO MAIOR festival gatronômico do país. Sempre um evento realmente familiar (hoje um refúgio) em que todo ano traz um tema que nos faz viajar no tempo. Recente em 2023, trouxe com tema o tema “Sabores de João – um passeio pela culinária da monarquia brasileira”, evento que envolve bares; restaurantes; cafeterias e delicatessens com menus especiais inspirados nas preferências de D. João VI, rei de Portugal e do Brasil, um amante da boa e simples culinária. Existem outras misturas (peixes; frutas típicas da região) como pratos que apreciamos no dia a dia sempre com toque de ineditismo e ousadia.
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Tudo bem que o Brasil não seja mais uma monarquia, mas esta monarquia fez bem ao Brasil! O festival de gastronomia de Petrópolis 2023 explorou o FRANGO, uma das preferências de D. João VI (carro-chefe do festival), mas caso você não seja fã de frango, tem também peixes nacionais; suíno; frutas da estação; legumes e uma cachaçinha (produto 100% nacional). A gastronomia é ferramenta para perpetuar a história e o tema enaltece Petrópolis pelo seu papel na trajetória do país. Uma cidade da SERRA CARIOCA muito organizada, sempre assessorada pela Petrópolis Convention & Visitors Bureau.
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A gastronomia em Petrópolis é um passeio turístico à parte! Não é simplesmente "visitar a cidade" e passar em um bom restaurante. Estou aqui falando dos melhores restaurantes do país, chefs respeitados em todo o mundo e, um lugar que além de lindo, é justamente onde autoridades (líderes governamentais) vêm almoçar ou jantar quando visitam o país, só não é tão divulgado... pouca gente sabe que exista uma "SERRA CARIOCA", o RJ remete ao pensamento de cidade tropical... mas é muio mais que isso! Aqui cito os maiores restaurantes premiados de Petrópolis (o preço vem de acordo com a fama), mas em uma visita periódica, vale a pena (é como se hospedar no Copacabana Palace - caro, mas vale a pena).
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Um dos pratos concorrentes no festival. Nesse caso, à base de um peixe bastante exótico.
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Japonês particular da serra de Petrópolis: Muito interessante são NOVIDADES da serra de Petrópoles como um restaurante japonês, o Katsura, a gente não está acostumado com restaurante japnês sem peixe... como tratar o tema de D João VI com o seu simples frango? Restaurante japonês com otro tipo de prato? Sobre o tema de D. João VI, o restaurante fez boa união na gastronomia oriental. Nem sempre paixe (apesar de ser japonês) - Como D. João VI tinha um gosto muito simples com preferência por frango; legumes e frutas da estação, usaram técnica japonesa no modo de preparo com fusão regional" “Culinária japonesa valoriza ingrediente regional e privilegia o mais fresco possível entre vegetais; legumes também. Inventaram uma (panceta de porco) cozida lentamente por três a quatro horas acompanhada de salada de pepino e arroz japonês. Na sobremesa, tradicional rolinho primavera com sabor recheio de doce de leite com um toque de café e queijo minas padrão.
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Valparaíso e um bairro de Petrópolis. Localiza-se à 2km do centro histórico. Depois de você visitar um monumento como o quitandinha, percorra 2km e estarás em um dos pólos gastronômicos mais charmosos e plurais de Petrópolis. Plural, porque abriga cerca de 20 estabelecimentos que podem ser percorridos à pé. Você encontrará vasta gastronomia (italiana; japonesa; portuguesa; americana e mexicana). O Valparaíso conta, também, com padaria; confeitaria; mercado e distribuidora de bebidas. Não tem problema se beber além da conta, existem hotéis e pousadas para se hospedar. O PETRÓPOLIS GOURMET, é o festival anual, o VALPARAÍSO é teoricamente menor, mas é a mesma ideia com competições o ano inteiro entre diversos estabelecimentos (cardápios especiais elaborados de acordo com um tema). São 5 minutos do centro histórico para curtir mais esta opção da alta gastronomia, nesta tranquilidade de região serrana.
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A Bauernfest é o festival de cerveja de Petrópolis e coagula-se com a festa do colono alemão. Foi da simplicidade de uma quermesse ao principal e maior evento de Petrópolis (RJ), uma das maiores festas germânicas no Brasil! De três dias, passou para 10 com música; dança e gastronomia, consolidando-se como o mais importante momento no calendário cultural e turístico da cidade imperial. Foi no início da década de 80, quando os descendentes dos colonos realizavam pequenas quermesses para celebrar a cultura das famílias que aqui chegaram. Descendente de quatro famílias genuinamente alemãs, Emygdia Hoelz foi a grande idealizadora do que hoje se transformou na Festa do Colono Alemão. Foi ela quem sugeriu uma singela festa para celebrar as origens, complementando as festividades organizadas pelo Clube 29 de Junho. Com apenas três barracas no entorno do palácio de cristal, nascia o embrião da Bauernfest com o Festival Germânico.
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Petrópolis tem tudo! GASTRONOMIA (inclindo sobremesa); festival de cervejas e agora, os vinhos (o RJ também tem a tradição, houve colonização italiana por aqui; mas existem vinhos portugueses e franceses também). Eis o Wineweek, em Petropolis (serra carioca). O Serra Wine Week (o maior e mais charmoso evento de vinhos do estado do Rio), que prima pela proposta e excelência de realização, este oferece degustação nos estabelecimentos participantes, o mercado do vinho em dois pontos (Centro Histórico e Itaipava) com preços especiais e jantares harmonizados, é mais uma boa atração de Petrópolis. O público tem acesso à uma carta de vinhos atraente, que atende todos os gostos e bolsos alinhada com diversas opções de especialidades gastronômicas entre os participantes do evento que ‘casa’ bem com o frio da estação” (no RJ não tem frio pessoal, mas na serra fazem entre 15ºC e 18ºC). 15ºC na cidade, é muito raro... nem considere! Imagine que legal co
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A Catedral de São Pedro de Alcântara localiza-se em Petrópolis (a serra carioca) no estado do Rio de Janeiro, Brasil. O projeto desta catedral começou em 1884 e levou 85 anos para ser concluída, em torno do ano de 1969! São Pedro de Alcântara é padroeiro da cidade e da monarquia brasileira. É aqui onde se encontram os túmulos de D. Pedro II; da imperatriz Teresa Cristina; da princesa Isabel e do seu esposo Conde d'Eu.
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A catedral de São Pedro de Alcântara (serra de Petrópolis) por dentro. Assim que passar pelo portal, logo à direita, verás os túmuos de D. Pedro II; Teresa Cristina; princesa Isabel e o seu marido Conde d'Eu. O mínimo que a REPÚBLICA GOLPISTA poderia fazer por eles (deixar as homenegens). D. Pedro II, poucos meses após o exílio faleceu e a imperatriz também (poucos meses ela enfartou).
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Encomendada pelo imperador D. Pedro II e princesa Isabel para que fosse uma pequena réplica da Notredame (França), haveria de se esperar o estilo neo gótico, então construção iniciou em 1884. 5 anos após, mesmo após golpe da república, a construção não parou seguindo até 1901 (houve um período de paralisação), até reiniciar em 1918 levando mais 7 anos! Em 29 de novembro de 1925, finalmente inaugurada a nova matriz de Petrópolis (37 anos de trabalho), mas faltavam fachada e torre, além da decoração interna (só a torre foi construída entre 1960 e 1969). A torre se eleva a 70 metros do solo, contendo um carrilhão de cinco sinos de bronze fundidos na Alemanha com o peso total é de nove toneladas. Esta catedral de São Pedro mede 70 metros de comprimento e 22 metros de largura, com uma altura de 19 metros nas naves (chama muito atenção a fachada com a bela rosácea (como existe na Notredame francesa). Entrando na catedral, do lado direito, encontra-se o
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Na Catedral de São Pedro de Alcântara, Petrópolis, existe este mausoléu inaugurado em 1939 (com a presença de Getúlio Vargas). Foi neste período que os restos mortais foram trazidos para cá (exceto princesa Isabel), ela chegou em 1971. Nos vitrais desta capela, existem poemas de D. Pedro II escritos no exílio sobre a saudade do Brasil. Estão (até o juízo final), o imperador Dom Pedro II; imperatriz Teresa Cristina; Princesa Isabel e seu esposo Conde d’Eu (conforme foto), além do príncipe Pedro de Alcântara Bragança e Orleans e sua esposa Elisabeth Dobrzensky, além dos 2 primeiros bispos desta catedral, (o 1º) Manoel Pedro da Cunha Cintra e (o 2º) José Fernandes de Azevedo.
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Na fachada da catedral, os 4 evangelistas (São Marcos; São Lucas; São João e São Mateus).
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Esta parte da foto mostra "circulado em amarelo", Jesus Cristo crucificado; Nsa Senhora e São Jose. As ROSÁCEAS "circulado em rosa" na arquitetura neo gótica, não vêm por acaso (acho que você deve identificar em todos os filmes de vampiros como Victor Frankestein ou ANJOS DA NOITE, - meu preferido ou Drácula de Bram Stoker - clássico), rosáceas são obrigatórias ao estilo NEO GÓTICO e tudo tem um sentido: A rosácea é um ornamental muito usado em catedrais, pois transmite pela luz e cor, contato com espiritualidade e a ascensão ao sagrado. As cores são fortes (aumentam o realismo) pela combinação de variados tons da mesma cor.
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O altar-mor da Catedral de São Pedro de Alcântara é feito em pedra de lioz portuguesa.
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A imagem de São Pedro de Alcântara, além das imagens do imperador D. Pedro II e da imperatriz Teresa Cristina no mausoleu (estes 2 últimos em tamanhos naturais - Teresa Crisina ainda deram uma esticadinha no tamanho para combinar esteticamente com D. Pedro II), foram todas esculpidas em mármore de Carrara.
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Os vitrais da Catedral são, em sua maioria, da década de 1930 e retratam imagens de santos; Jesus Cristo e da Sagrada Família (há também referências aos membros da Família Imperial) que idealizaram a construção desta catedral. No mausoléu, seus vitrais trazem POEMAS de D. Pedro II escritos no exílio falando da saudade do Brasil.
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Este órgão de nove toneladas, é composto de 2.227 tubos! Foi fabricado no RJ capital e instalado em 1937. Dois anos depois, inaugurado pelo presidente Getúlio Vargas, o mausoléu Imperial com o sepultamento dos restos mortais do imperador Dom Pedro II e da imperatriz Teresa Cristina. Os restos mortais de princesa Isabel e seu marido chegaram mais tarde, em 1971. Não há exageros, estamos falando de uma catedral nos moldes de Notredame, além de tudo, portugueses tinham imensa devoção e agradecimento à Deus por vencer os mares (existiam lendas sobre gigantes/monstros) que engoliam navios. Na obra MENSAGEM de Fernando Pessoa, há verdadeiro "louvor" pelo escritor aos navegantes portugueses e dor de famílias (mães portuguesas) que não viam mais seus filhos ao embarcarem (naquela época não havia previdência), na velhice, mães que não tinham filhos de volta, ficavam desamparadas.
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Livro:
Mensagens Autor:
Fernando Pessoa
A foto à esquerda, é a primeira imagem que se tem quando entra na catedral. A foto à direita, é quando se faz este tour subindo uma scadaria até a abóboda (tem uma passarela de ferro ao custo de um ingresso), pra se ter a visão da família imperial vista por cima. Terpas acesso também à vista da cidade através de uma varandinha ao lado da estátua do evangelista São Marcos (veja a foto descrição da fachada). O presidente Getúlio Vargas inaugurou em 1939 o mausoléu após anular o decreto que bania a família imperial do Brasil, então se deu o sepultamento do imperador D. Pedro II e da imperatriz Teresa Cristina. Obs.: alguns comentam que "por uma ilusão de óptica", tem-se impressão do peito do imperador estar se mexendo como se ele ainda respirasse.
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Fotografia post-mortem do imperador D. Pedro II do Brasil em seu leito de morte, feita pelo fotógrafo parisiense Felix Nadar, no dia 6 de dezembro de 1891. Desde a morte da esposa, em 28 de dezembro de 1889, o imperador no exílio passou a maior parte dos seus últimos meses residindo no Hotel Bedford, na capital francesa. Recusando-se a receber qualquer provento do recém-implantado governo republicano brasileiro, D. Pedro sobreviva principalmente dos poucos objetos de valor de que dispunha e da ajuda financeira de amigos. Sua saúde declinava a olhos vistos, mas mesmo assim não quis morar com a princesa imperial, D. Isabel, no Château D'Eu. Numa manhã do início de dezembro de 1891, D. Pedro II, que acabara de completar 66 anos, resolveu fazer uma caminhada às margens do rio Sena, a despeito da baixa temperatura e do seu fraco estado clínico. O monarca retornou ao hotel passando mal e foi rapidamente levado para seu quarto. Com o passar dos dias, o resfriado evoluiu para um
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São Pedro de Alcântara foi escolhido por D. Pedro I para ser o padroeiro do Brasil enquanto monarquia e por D. Pedro II, para ser o padroeiro de Petrópolis (seria padroeiro do Brasil e de Petrópolis). Nsa Sra aparecida é a padroeira, não sei se existe "destituição do padroeiro", mas teoricamente, o Brasil teria 2 padroeiros (São Pedro de Alcântara talvez não mais lembrado devido Brasil não ser mais uma monarquia). Interessante, é que São Pedro de Alcântara não era português e nem brasileiro, (1499 - 1562), foi um frade franciscano espanhol.
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Ao lado da catedral de Petrópolis, você verá este monumento, uma homenagem à Júlio Frederico Koeler, que fez o plano urbanístico da cidade de Petrópolis (na realidade munício do RJ), esse planejamento foi em 1843 (Petrópolis é tida como a primeira cidade planejada do Brasil - na realidade tem Recife, parece que esta é que foi a primeira), mas temos então aqui, uma cidade PLANEJADA, Frederico Koeler foi extremamente moderno e tinha preocupações ecológicas (bem a frente do seu tempo). Fundação da cidade de Petrópolis: 16/03/1845.
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Os sinos da catedral vieram da Alemanha em 1963 e o carrilhão (instrumento musical formado por um teclado e um conjunto de sinos) no alto da torre pesa 12 toneladas. Os sinos podem ser ouvidos três vezes ao dias: às 7h30; 12h e 18h. VISITA À TORRE DA CATEDRAL - Para isso, tem que comprar ingresso em uma lojinha ao lado da catedral. A primeira parada é no mezanino onde fica o órgão e você verá o Mausoléu de cima, (sem a grade atrapalhando as fotos). Depois, sobe um pouquinho até uma sacada ao ar livre e encontra uma bela vista da Avenida Koeler e o Centro da cidade.
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Esté é hoje o museu imperial (foi a casa de verão da família real). É fantástico, lamentável que não se possa tirar fotos internas. Você tem que entrar de pantufas (pra conservar o chão de mandeira de época). Aqui você visualiza as salas de estudos de D. Pedro II; princesa Isabel (o quarto da princesa impressiona pela simplicidade); a coroa do rei D. Pedro I; a coroa do rei D. Pedro II com as pedras preciosas (cravejada de diamantes - costume de todos os reis); os berço dos 2 meninos que imperatriz Leopoldina perdeu; a sala de jantar... todo clima/ambiente que cercava a família real na época.
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Museu imperial (antiga casa de verão da família real), onde o imperador e sua família se refugiava do calor do Rio de Janeiro. Os funcionário do museu cedem a PANTUFA (para preservar o piso de madeira de época). Não é permitido fotografar nem filmar.
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Museu imperial (antiga casa de verão da família real), ambiente familiar (gente que estuda e o histórico de tranquilidade da cidade) e local; ruas... tudo muito limpo. Visual agora em perspectiva pelo lado esquerdo do museu.
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O ambiente no museu imperial é bastante organizado e seguro.
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A coroa real de D. Pedro I. Você poderia arriscar o por quê a mesma estaria sem as pedras preciosas? Éporque existe o ritual de todas as pedras (como se fosse o poder), serem "limpadas" da coroa do rei anterior para ocupar espaço na coroa do próximo rei.

Triste saber que depois do golpe da república, esta coroa de D. Pedro II "de ouro" ficou desaparecida (sem as pedras preciosas, já tinham sido passadas para a coroa de D. Pedro II), por acaso foi encontrada e quase foi derretida. O povo brasileiro parece não valorizar sua história.
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Coroa de D. Pedro II com todas as pedras preciosas recebidas da coroa de D. Pedro I na coroação de D. Pedro II quando este tinha apenas 15 anos (em exposição no museu imperial de Petrópolis), junto à coroa de D. Pedro I.
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O Cetro Imperial (símbolo do poder e autoridade) do monarca brasileiro, era utilizado em cerimônias solenes como a coroação; abertura e fechamento da assembleia geral, acompanhado de toda indumentária Imperial com o manto e outras jóias da Coroa. É juntamente com a Coroa imperial e as demais jóias da coroa um dos trabalhos de joalheria mais importantes da América Latina. Em pexposição no museu imperial, Petrópolis, Rio de Janeiro.
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O dragão que encontra-se sobre o cetro do imperador (parte superior), é o dragão da família Bragança (dinastia dos Bragança), é um dragão dinástico!
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A primeira parte desse traje majestático era uma meia calça branca; em segundo uma véste que muitas pessoas chamam de véstea que remete à roupa de um cavaleiro renascentista (feita de cetim branco) com desenhos todos bordados à ouro e nos desenhos ramos de carvalho; em terceiro, a capa de veludo verde forrada por dentro com seda amarela; em quarto, a murça (algumas pessoas chamam de penerine) feita de pena de tucano (o tucano de bico preto - o amarelo do seu papo, aquele pelo era aproveitado); em quinto vinha a coroa imperial e em seguida o cetro. Veja que na ponta superior do cetro existe um dragão, esse é o dragão dos Bragança (dragão heráudico da casa dos Bragança - é uma dinastia, família dinástica).
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Eis nosso rei D. Pedro II com seu traje majestático que foi utilizado raríssimas vezes (tradicional quanto às ocasiões) como na sua coroação aos 15 anos e durante toda sua vida, usada 2 vezes por ano somente. Em MAIO, na abertura da sessão do parlamento brasileiro, geralmente no senado (onde tinha, inclusive o seu trono), portanto, usando este traje majestático nosso rei fazia a abertura do parlamento brasileiro (esta ocasião em 1872 - abertura da assembléia geral). Em novembro, dava-se o encerramento com seu traje majestático novamente, findando a assembléia daquele ano.
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Eis o trono imperial.
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Eis a carruagem imperial.
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As carruagens da família real (prédio anexo ao museu imperial).
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As liteiras da família imperial (acredite, isso existiu).
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Locomotiva n.º 11, usada durante o período de 1883 a 1864, ligando o Rio de Janeiro a Petrópolis (prédio anexo ao museu imperial de Petrópolis).
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Existiu o "palácio imperial" (hoje museu imperial), na realidade CADA DE D. PEDRO II e IMPERATRIZ TERESA CRISTINA (claro princesa Isabel tinha um quarto alí/escritório por ser filha), além de tudo a herdeira ao trono brasileiro. Mas, ela era casada com o conde d'EU e tinha seus filhos (2 meninos), natural ter uma casa da família (sem os pais), então esta é A CASA DA PRINCESA ISABEL e SEU ESPOSO CONDE dEU (militar francês), hoje esta casa é uma espécie de museu.
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Princesa Isabel (vejam quanto tempo, século XIX), princesa Isabel liderava até o casamento. Ao longo do século XIX, um Sr chamado José Pedro da Mota Sayão (Barão do Pillar), como Petrópolis foi loteada, foi adquirindo em sequência os lotes de terra n° 214, 215, 216 e 217. Com esse pedaço de terra, construiu ali uma casa entre 1849 e 1857, com a fachada voltada para a Rua Treze de Maio e a Catedral de São Pedro de Alcântara. Colocou a casa nos fundos do lote, e deixou espaço para um amplo jardim em frente (a casa pertencia ao barão do Pillar, não à princesa Isabel). Em 1874, a casa foi alugada por Gastão e Isabel, que você deve conhecer pelos seus títulos: o Conde D’Eu e pela Princesa Isabel. (a casa não pertenceu à princesa desde o início) Dois anos depois, em 1876, a casa foi adquirida pelos mesmos, pelo valor de por 50:000$000. O imóvel existente foi reformado. A construção em estilo neoclássico ganhou mais 3 janelas na fachada frontal
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No museu que se tornou o palácio princesa Isabel, você encontra estas informações aqui: a cidade de Petrópolis foi fundada em 16 de março de 1843 por Dom Pedro II, decidiu construir um "refúgio de veraneio, onde ele pudesse fugir do calor do Rio de Janeiro" nos meses mais quentes do ano. Imigrantes alemães foram trazidos e um projeto foi iniciado. Foi um engenheiro alemão, Major Frederico Koeler em 1846 quem construiu a planta inicial.
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Hoje é um museu, esta foi a casa de princesa Isabel e Cond D'eu (enquanto estavam em Petrópolis - serra carioca onde o clima é menos agressivo que na capital RJ). Princesa Isabel e seu marido ficavam nesta casa enquanto estavam em Petrópolis, (residência mesmo, era o palácio Guanabara, na capital Rio de Janeiro). Nesta casa (em Petrópolis), nasceram dois filhos da Princesa Isabel e em frente (como explicado na pequena escada de frente à porta principal), registrada a última foto da família real antes que a família fosse para o exílio após o GOLPE da república. A casa da Princesa Isabel em Petrópolis, localiza-se na esquina entre rua Treze de Maio e a Avenida Koeler. Av. Köeller, 42 – Centro – Petrópolis.
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A cidade de Petropolis foi toda loteada. Esta foi a planta inicial construída pelo engenheiro alemão Major Koeler. Os rios foram canalizados; local para a catedral; residência imperial e outros prédios importantes, definidos (tudo planejado) e o restante da cidade, loteada (esta informação em exposição no palácio princesa Isabel).
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Eis famosa foto da família imperial antes de partir para o exílio... a escadaria na foto ao meio. Foi exatamente nesta casa (palácio princesa Isabel), a última foto da família real. Interessante observar que todas as moradias da família real (período imperial 1822-1889) tem "cor tijolo". Nos jardins, plantados pés de camélia (os pés de camélia - símbolo do movimento abolicionista). Princesa Isabel era muito convicta disso.
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Eram 5h30 da manhã do dia 15 de novembro de 1889, quando chegou no Palácio Imperial de Petrópolis o telegrama com a nota de "urgente" passado pelo presidente do Conselho de ministros, Affonso Celso de Assis Figueiredo (o visconde do Ouro Preto). Dom Pedro 2º o recebeu e leu várias vezes.

Trecho da carta do golpe escrito por Marechal Deodoro da Fonseca: "...o Governo Provisório espera do vosso patriotismo o sacrifício de deixardes o território brasileiro, com a vossa família, no mais breve termo possível. Para esse fim se vos estabelece o prazo máximo de vinte e quatro horas, que contamos não tentareis exceder..."

Carta resposta do imprador (ainda desejou prosperidade)

"A vista da representação que me foi entregue hoje, às três horas da tarde, resolvo, cedendo ao império das circunstâncias, partir com a minha família para a Europa, amanhã, deixando assim a pátria, de nós estremecida, à qual me esforcei por dar constante
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Esta imagem foi feita por um pintor através de documentos retratando, de um lado a coroação de D. Pedro II e do outro, a família imperial saindo do Palácio São Cristóvão (aqui já estavam de volta ao RJ) um dia após o golpe em 1889. O Marechal Deodoro havia determinado 24h para que o rei e sua família deixassem o país.
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Busto de Santos Dumont (que também tinha casa em Petrópolis), hoje é um museu. O busto fica em frente à PUC de Petrópolis. Dentro da PUC, existe um relógio turístico também (a gente não dá valor, mas O NOSSO relógio da central do Brasil), possui dimensões e características que superam o BIG BEN inglês. Casa de Santos Dumont (o menor museu que eu já presenviei), bem ao estilo de Petrópolis.
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Este é o Palácio Sergio Fadel (atualmente, sede da prefeitura de Petrópolis) desde 1996, foi arrematado em leilão. Este prédio tornou-se importante por ser uma das mais antigas edificações da Av. Köeler, ela é de 1872 e foi construída pelo médico e empresário Joaquim Antônio de Araújo e Silva (Visconde Silva e Barão do Catete). Em 1904, o empresário Candido Gafreé, então proprietário, construiu o segundo andar. Este prédio serviu de residência de veraneio dos presidentes Campos Sales e Rodrigues Alves.
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A Câmara Municipal de Petrópolis funciona no Palácio Amarelo (tombado pelo patrimônio histórico), e com história interessante! Em meados do séc XIX (estamos falando em torno de 1850), na cidade imperial devido seu planejamento, os terrenos do lado ímpar da atual rua da imperatriz (localização muito nobre, por ser próximo ao palácio Imperial), eram especialmente destinados pelo imperador à fidalgos; nobres; altos membros do exército e pessoas de relação próxima. O último proprietário particular do Palácio Amarelo (parece surpresa, fomos induzidos a pensar na impossibilidade de um cidadão negro, principalmente em se tratando de uma cidade colonizada por europeus), mas quem COMPROU a mansão foi um cidadão negro (título de nobreza), o Barão de Guaraciaba (filho de uma escrava). Mas, com o fim da monarquia, todas as câmaras do país foram dissolvidas dando orígem às primeiras câmeras públicas. A câmera municipal de Petrópolis tinha passado por 4 "sed
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Em 1889, uns três meses anteriores à Proclamação da República, o senhor Manoel Gomes de Carvalho (Barão do Rio Negro), comprou o terreno onde ergueu seu palácio de verão, em Petrópolis., até que fevereiro de 1896, o Palácio e a casa ao lado (pertencia a um dos filhos do Barão) foram comprados para servir de sede e residência oficial do governante durante o período em que a cidade de Petrópolis tornou-se capital do Estado do Rio de Janeiro. Em 1903, este Palácio foi incorporado ao Governo Federal e passou a ser residência oficial de verão dos presidentes. Por ali passaram Rodrigues Alves; Afonso Pena; Nilo Peçanha; Hermes da Fonseca; Wenceslau Brás; Epitácio Pessoa; Artur Bernardes; Washington Luiz; Getúlio Vargas; Gaspar Dutra; Café Filho; Juscelino Kubitschek; João Goulart e Costa e Silva. Só por RITUAL, a presidência voltou a se instalar no Palácio Rio Negro... houve até um casamento aqui. O presidente Getúlio Vargas, nos 18 anos à frente do
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Esse estilo de construção é o NORMANDO FRANCÊS (está aí a semelhança com as moradias em lugares de colonização alemã - esse é o caso do quitandinha devido à forte colonização alemã em Petrópoles). Inicialmente, o empresário que o construim (Manuel Rolla e Antônio Faustino), foi pensado para ser o maior cassino da América Latina e um grande cassino. Mas, em 1946 o presidente Gaspar Dutra declarou proibição dos jogos e o quitandinha passou a ser somente hotel. Imagine, hotel sofisticado... um dos melhores do Brasil, mesmo assim ficou difícil concorrer contra os hotéis Glória e Copacabana Palace, no RJ. O quitandinha passou a vender seus apartamentos e se tornou um grande condomínio super sofisticado na serra de Petrópolis, mas por bom tempo foi um grande clube de alto padrão, mas com a inflação no Brasil e outros lugares turísticos se expandindo ao longo do RJ, a administração da área social e histórica no piso térreo é de propriedade do SESC. Im
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Em frente ao quitandinha fica esse lago (verão o formato do mapa do Brasil). Desculpem minha opinião histórica, eu não havia estudado esse detalhe de que como após o golpe de 1889, o imperador e a imperatriz faleceram poucos meses depois, coube à princesa Isabel decidir se tentaria retomar o Brasil. Ela não decidiu seguir com a ideia. Uma pena, nenhum rei de Portugal antigo deixaria desta forma. Mas, o que o quitandinha fez em deixar de ser um hotel, o hotel Glória fez recentemente... vendeu seus apartamentos também, isso não é bom sinal. É sinal que por muito tempo, o Brasil vem piorando. As classes sociais que vivem em Petrópolis, na sua maioria são MÉDIA ALTA e ALTA. Obs.: Média alta, quase alta (não é média).
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Em Petrópolis (serra carioca), por dentro do palácio quitandinha, veremos estes candelabros! São 2 tipos: tripé e parede. Não é foto com proximidade, este é o tamanho natural mesmo! Mais alto que você! Muito bem pensado; ambiente muito limpo e cheio de arte.
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Princesa Isabel negou a história de Portugal. Certo que brasileira, nascida no RJ, era descendente e tinha "ligação amiga" com Portugal. Seu esposo, Conde d'Eu, príncipe e militar francês, atuou na guerra do Paraguai, não seria difícil conseguir apoio até da França (que sempre teve interesses sobre o Brasil). Grande perda, difícil acreditar que a família imperial acreditasse tanto em seus militares ao ponto de não se previnir de uma possibilidade de golpe. Se pararmos para pensar, veremos que o Brasil é uma democracia desorganizada até hoje. Todo descendente direto de Portugal deve conhecer a história de Portugal e princesa Isabel com certeza conhecia. Era pessoa simples, tudo bem, mas muito fraca quanto líder de uma nação (deveria ter mandado cortar cabeças como Napoleão fez contra seus republicanos). Cortar cabeças e mostrar ao povo tem um grande simbolismo (é um ritual, acredite), gera medo sim, mas respeito também!
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Decoração dos ambientes internos (no passado foi um hotel de luxo), hoje um súper condomínio e local para exposição de grandes eventos.
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O palácio quitandinha, sobrevive com alto condomínio, mas os serviços são de excelência (segurança bem atenta e organizadora; muito cordiais educados inclusive), mas sobrevive também, de promoções culturais na cidade. A nível turístico, é indispensável pra que a gente possa entender que (até dentro de uma cidade desorganizada como o RJ), tem coisas que funcionam! Impressionante, nem eu mesmo que sou carioca esperava uma surpresa tão boa... mas vamos lá, é a identidade de uma colonização européia bem antiga por sinal. Até hoje, a classe política usa a cidade como "casa de verão", era mais quando o RJ er capital, mas não vendem as casas que pertencem ao governo federal, mais verba púbica pra anter isso, infelizmente. Casa de verão dos presidentes é exagero, inclusive raramente é usado (família imperial tinha, mas era outra cosciência e no museu imperial de Petrópolis, você vê que D. Pedro II e princesa Isabel tinha escritórios em suas casas, ou seja, tud
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O artista escolheu uma água viva, porque ela sinaliza muito bem o estado de poluição no mar. O salão de eventos do quitandinha é o 2º maior do mundo! Pra época da sua construção, 1944, foi construído para ser o maior cassino da América Latina, seria o maior salão à época (isso não fez diferença, logo após inaugurado, em 1946 o presidente Gaspar Dutra proibiu os jogos de azar no Brasil). O palácio sobreviveu pela criatividade.
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O palácio quitandinha é o melhor "equipamento" em espaços para eventos.
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Esta foi a 1ª estátua construída no Brasil em homenagem à D. Pedro II. Ele não fazia questão de ter "homenagens". O povo na guerra do Paraguai quis "construir uma estátua em homenagem ao imperador vendedor", mas ele não aceitou e sugeriu que fosse construído escolas. Inaugurada em 1911, é a 1ª homenagem à D. Pedro II feita de granito e bronze pelo escultor francês Jean Magrou em 05/02/1911 atraindo muitas pessoas na sua inauguração. Foi o 1º e último imperador nascido no Brasil governando por 50 anos com mente inovadora e revolucionária! Foi o 2º imperador, sendo o 1º realmente brasileiro nascido no RJ em 20/12/1825 ascendendo ao trono quando seu pai abdicou quando tinha apenas 6 anos de idade em 1831. Realizações importantes: - Fim do tráfico negreiro; - Implantação de redes de esgoto nas principais cidades da época, SP e RJ em1850; - Lei do ventre livre, 1871; - Linha telefônica (o Brasil foi o 2º no mundo); - Garantiu libertação de es
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Inaugurado em 1884, o palácio de Cristal (Petrópolis - serra carioca), foi encomendado em uma fundição na França e servia inicialmente para exposição de flores; pássaros e abrigo de produtos agrícolas. Muitos dizem que serviu para orquestrar (música para a princesa Isabel), outros dizem que era onde a princesa cultivava suas orquídeas... mas o fato é que foi um presente do seu marido (conte d'EU) à sua amada. Existem alguns fatos interessantes, Princesa Isabel, assim que aboliu a escravatura, deu uma festa aqui! Convidou os escravos (ex escravos) e entregou suas cartas de "auforrias" (um símbolo - foi decretado em lei), mas deu aqui a "festa da abolição", bonito que quem servia eram pessoas assalariadas e os escravos eram convidados (desde o seu casamento, na sua mansão ela não aceitou que alguém fosse escravo) e todos participaram aqui como sociedade! Uma curiosidade sobre A LENDA DA FEIJOADA (dizemq ue feijoada era comida dos escravos), mas "princesa Isabel organiz
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